Clara: Mulher de Paz

Carta do Ministro Geral a todas as Irmãs Pobres para a Solenidade de S. Clara 2026

O Senhor vos dê a paz!

Enquanto celebramos os Oitocentos anos do bem-aventurado Trânsito de São Francisco, homem evangélico e artesão da reconciliação, o mundo continua a ser dilacerado por guerras, divisões e polarizações que parecem esvaziar o sentido autêntico da Boa Nova da “paz”. Consideramos com grande dor esta realidade, que nos desafia sem reservas como cristãos e religiosos. Procuremos então uma referência, uma palavra de luz para atravessar esse tempo. A memória anual de Santa Clara, «serva de Cristo e das Irmãs  pobres e plantinha do santo pai»»[1], retorna como uma luminosa profecia: mulher de unidade e de paz, geradora de reconciliação em tempos de conflito.

 Clara, guardiã da herança de Francisco, narrava-o com a sua própria vida, testemunhando-o diariamente. Colocarmo-nos na escuta de Clara este ano nos sustenta na esperança de que a vida e a morte do Poverello continuem a inspirar e que disso o nosso tempo precisa muito. Pouco antes de sua morte, Francisco entrega a Clara e às suas irmãs sua Última Vontade. Clara transmite-a fielmente em sua Regra[2] e, após a morte dele, guardou-a com as suas irmãs. Vamos escutar a sua voz:

«Considerando com as minhas outras Irmãs a nossa tão alta profissão e o mandamento de tão grande pai, como também a fragilidade de outras, que temíamos em nós mesmas depois do falecimento do nosso pai São Francisco, que era a nossa coluna e única consolação depois de Deus e o nosso apoio, repetidas vezes fizemos nossa entrega voluntária à nossa santíssima Senhora Pobreza, para que, depois de minha morte, as Irmãs que estão e as que vierem não possam de maneira alguma afastar-se dela»[3].

De um lado está a altura da vocação e da forma de vida escolhida – nada mais que o Evangelho – e do outro está a consciência do próprio limite, tão frágil. O “nós” de Clara com as suas irmãs ressoa com uma energia particular nos anos seguintes à morte de Francisco, que para a comunidade de S. Damião representou uma doloríssima passagem. Nesta prova, elas se aproximaram ainda mais do ideal da santa unidade e da altíssima pobreza. Precisamente no momento em que aquela comunidade de irmãs experimentou sua própria fraqueza, elas se abriram ao coração da vocação recebida através do Bem-aventurado Francisco.

Uma fragilidade temida, reconhecida e enfrentada reconfirmando o essencial: a fidelidade a Cristo Pobre, na docilidade ao Espírito do Senhor, que é Espírito de paz. Daqui vem uma vida unificada que irradia reconciliação: Clara, mulher centrada no seu Senhor, pode falar hoje a nós e ao mundo, num tempo em que palavras como concórdia, misericórdia, reconciliação, são de fato esvaziadas e contraditas.

Se neste ano consideramos Francisco como um homem de paz, também Clara nos dá testemunho deste dom do Ressuscitado, que nos reconcilia com Deus e com os irmãos.

Clara no caminho da reconciliação e da paz

«Da Eucaristia brota o compromisso duma contínua conversão, que encontra a sua expressão sacramental na Reconciliação […] Da jubilosa experiência do perdão recebido de Deus neste sacramento brota a graça de nos tornarmos profetas e ministros de misericórdia e instrumentos de reconciliação, perdão e paz, profetas e ministros de que o nosso mundo atual tem particularmente necessidade.»[4]

O chamado a ser operadores de paz é, portanto, inerente à vocação cristã. São Francisco no Testamento recorda que «o Senhor me revelou que disséssemos: ‘o Senhor te dê a paz!’»[5]:  dom e responsabilidade para cumprir o mandato de “reparar” aquele templo e casa do Senhor, que é o coração humano e, junto, a Igreja, a criação, o mundo inteiro.

Clara «tão bem guardou o mosteiro, a Ordem e a si mesma de todos os contágios dos pecados»[6]. A custódia vigilante é o primeiro passo do amor: proteger o coração de cada um e da comunidade do pecado que causa em nós aquela divisão da qual surgem os ressentimentos, rancores,  ganância, o desejo de posse, e ultimamente a violência. Nós verdadeiramente experimentamos que é «do interior do coração dos homens que provêm os propósitos do mal»7.

E essa custódia é possível quando começamos a nos levantar,  a não permanecer curvos sobre nós mesmos, «miseráveis e pecadores»[7]. É um crescimento progressivo que atinge  vontade,  coração,  intenções profundas, para finalmente viver como ressuscitados.

Olhemos para o caminho de Clara desde o início de sua conversão, quando ela não encontra paz na igreja  de Santo Ângelo de Panzo e pode finalmente cravar já no seguro a âncora  do espírito na igreja de São Damião. É aquela igreja onde Francisco «ouviu uma voz que brotava do madeiro da cruz»[8].

Até mesmo Clara, que por muitos anos viveu na contemplação daquele Cristo pregado e vivente, guardiã com suas irmãs daquela palavra de e da cruz, escuta em vós o eco daquele chamado que vem de Cristo Pobre e Crucificado, que é a nossa paz e a quem ela ama ao seguir os seus passos. Este seguimento toma forma na vida cotidiana: nas relações  de cada dia, na gestão dos conflitos, no cuidado recíproco, na intercessão pelo mundo. «Com a vossa oração podeis curar as chagas de tantos irmãos»[9]. «Descobrimos, assim,  que interceder não nos afasta da verdadeira contemplação»[10]. A paz é o fruto e a manifestação de uma vida no seguimento do Senhor.

Olhar o Espelho: contemplação que gera paz

Clara reconhece no Cristo Pobre o Espelho e convida Inês a contemplá-lo em três momentos[11]:

Princípio: «a pobreza daquele que foi posto numa manjedoura».
Meio: «a humildade, a bem-aventurada pobreza, as fadigas sem conta e as penas».
⬪ Fim: «a caridade inefável com que quis padecer no lenho da cruz».

Apresenta assim um caminho de transformação no Cristo Pobre: «trasforma-te inteira, pela contemplação, na imagem da sua divindade»[12]. É Ele que derrubou todo muro de separação e toda inimizade e nos liberta daquilo que causa conflito.

Na Regra Clara admoesta e exorta:

«no Senhor Jesus Cristo que se guardem as Irmãs de toda soberba, vanglória, inveja e avareza, cuidado e solicitude deste mundo, da detração e da murmuração, da dissensão e da divisão ».

Clara acrescenta estas duas palavras à Regra de Francisco, expressando assim a sua particular sensibilidade pela concórdia e pela unidade na comunidade.

E pede fortemente que «antes, sejam sempre solícitas em conservar, umas com as outras, a unidade do amor mútuo, que é o vínculo da perfeição»[13]. Tudo isso «para conservar a unidade do amor mútuo e da paz, elejam-se todas as responsáveis pelos cargos do mosteiro de comum acordo de todas as Irmãs»[14].

Eis três palavras-chave: vigilância, solicitude e cuidado para  caminhar junto e ver crescer a verdadeira paz nelas e entre elas, revelando a comunhão com Deus, manifestada nessa paz entre as irmãs, e que é o ápice ao qual tende a forma de vida:

«E amando-vos umas às outras com a caridade de Cristo, demonstrai por fora, por meio das boas obras, o amor que tendes dentro, para que provocadas por esse exemplo, as Irmãs cresçam sempre no amor de Deus e na mútua caridade» [15].

Clara chama  este caminho a «honestidade do santo viver juntamente» (honestatem sanctae conversationis), que consiste precisamente numa vida unificada naquela caridade e obediência mútua que habitam um coração pacificado porque confiante, manso e humilde.

Para onde esse caminho leva? Nos dias que antecederam sua morte, quando Clara pronuncia a Commendatio animae, ela nos deixa vislumbrar este coração cheio de paz: «Vai  em paz, porque terás boa escolta; pois, aquele que te criou previu a tua santificação…»[16].

Clara expressa aqui a confiança interior de quem se sente «guardada como a mãe guarda o seu filhinho a quem ama»[17]. Esta confiança filial em Deus é a fonte da paz interior[18].

Esta é a raiz da santa unidade das irmãs, que não é fruto de estratégias e compromissos humanos, mas expressão deste caminho de transformação.

Assim, o «santo viver juntamente» torna-se uma proposta alternativa num tempo marcado pela sede de poder, pela identificação com os papéis fortes, pela distração que não se apercebe do outro e esquece Deus, tornando-nos desconfiados e distraídos.

Francisco e Clara: dois caminhos rumo a uma única paz

A saudação «O Senhor te dê a paz», que Francisco recebe como uma revelação, torna-se em Clara bênção que não conhece fronteiras de espaço e de tempo. Se Francisco irradia paz caminhando pelas ruas do mundo, Clara irradia-a do pequeno lugar de São Damião. Duas modalidades, uma única fonte: permanecer nos passos de Cristo pobre e crucificado, amado loucamente.

Francisco busca o encontro com os sarracenos em Damieta; Clara defende Assis dos sarracenos com a oração eucarística. Francisco pacifica o lobo de Gubbio, um símbolo da agressividade humana que fere toda a criação; Clara pacifica os corações através da reconciliação. Ambos nos mostram como a paz evangélica atravessa situações de conflito e as cura com o amor que vence o  ódio porque o supera. Fiel ao Evangelho, Francisco diz aos frades que «Não resistam ao mau, mas àquele que lhes bater numa face, ofereçam-lhe também a outra» [19]. Ele por primeiro era «tranquilo por natureza, afável na palavra, muito conveniente na exortação» [20]

Clara, por sua vez, era «mansa de  palavra, doce nas atitudes, em tudo amável e bem-aceita»[21]e «estava sempre  alegre no Senhor e jamais era vista perturbada»[22].

A partir desta fonte interior, Clara mostra-se atenta à paz do coração das irmãs: acima de tudo «tinha grande compaixão para com as aflitas; era bondosa e liberal com todas as Irmãs»[23]. Sabemos que «era grande o número de Irmãs doentes no mosteiro, aflitas por vários achaques»25: Clara era «próvida e discreta, mais do que se pode dizer»[24] graças à árvore da cruz plantada em seu coração. Daí o revigoramento da alma e as folhas do remédio da paz e da saúde[25]

Assim Francisco: «até os elementos cruéis tornaram-se mansos com ele»[26].

Aqui está um verdadeiro e próprio “caminho da paz” que floresce no serviço.

Sobre Clara lemos: «Também disse que foi tanta a humildade da bem-aventurada madre que desprezava completamente a si mesma. Punha as outras Irmãs à sua frente, fazendo-se inferior a todas, servindo-as, derramando água em suas mãos e até lavando os pés das serviçais»29.

Em Francisco e Clara reconhecemos uma tensão fecunda que nos ajuda a não permanecer paralisados nas divisões interiores e exteriores. Em Cristo, que é a nossa paz, é sempre possível recomeçar. Ele uniu diferentes povos em um só corpo, eliminando a hostilidade[27] e acompanha no Espírito a tessitura paciente da unidade mútua.

O perdão e a custódia do coração

Este paciente enredo de unidade é medido por uma realidade concreta: existem obstáculos. Clara fala sobre os “laços” que ligam o coração. Francisco retoma este tema na Audite Poverelle, convidando as irmãs a viverem «sempre em verdade»[28], livres para seguir os passos de Cristo Pobre. O perdão faz parte do seguimento. A reconciliação comunitária é um caminho contínuo: quando o pecado fere seriamente o corpo da fraternidade, toda a comunidade carrega seu fardo em conjunto, nenhuma irmã fica sozinha.

A Regra no capítulo IX descreve então concretamente o caso mais frequente: quando palavras ou gestos criam perturbação entre duas irmãs. Clara pede que quem causou o conflito dê o primeiro passo, imediatamente, «antes de oferecer o dom de sua oração diante do Senhor» — porque não há oração autêntica enquanto você está rompendo com uma irmã. O gesto é preciso: prostrar-se aos pés da outra pedindo perdão; e depois, maravilha: pedir-lhe que interceda por ela diante do Senhor. Quem nesse momento se sente como inimiga torna-se o teu intercessor diante de Deus e nenhuma outra é mais adequada.

E a irmã ofendida é chamada a perdoar «com liberalidade», memor illius verbi Domini — lembrando a palavra do Senhor: «Se não perdoardes de coração também o Pai do céu não vos perdoará»32.

O perdão vivenciado desta forma é como um remédio de paz que guarda o coração e o prepara para mais um passo: sustentar as fadigas em paz. Francisco, de fato, convida as irmãs: «Aquelas que estão atormentadas por enfermidade / e as outras que por elas sofrem fadigas, / todas vós, suportai-as em paz»[29].

Parece-nos ouvir um eco do sofrimento físico de Francisco no convite a suportar em paz a fadiga da doença, atravessando o  sofrimento sem ser esmagado por ele. Assim, o Poverello preparou-se para o encontro com a «irmã morte», como fará Clara, que no seu leito de morte dirige-se à sua alma para que vá grata e confiante ao encontro do seu Senhor, que a criou e abençoou.

A ligação entre a paz e a aceitação do limite e da morte apresenta-se como nunca forte  para nós hoje, muitas vezes em uma luta difícil com essas dimensões da vida.

Histórias de paz reencontrada

A paz do coração e entre as irmãs gera novos caminhos de harmonia reencontrada.

O Processo de Canonização[30] narra o episódio de reconciliação entre Hugolino e sua esposa dona Guiduccia. Clara intervém ativamente para sanar uma situação conjugal difícil, demonstrando concretamente o seu carisma de pacificação nas relações humanas.

O episódio do assalto dos Sarracenos em  São Damião[31] mostra Clara como mediadora de paz, mesmo em situações de extrema violência: ela se apresenta primeiro, eucaristicamente disponível para se oferecer assim como o Senhor que segura nas mãos no Sacramento, e obtém a libertação do perigo ao transformar uma ameaça de guerra em uma experiência de proteção divina.

Quando Assis, em 1241, foi sitiada por Vitale de Aversa no comando das tropas do imperador Frederico II, Clara confiou no poder de Deus e não cedeu ao medo que alimenta a guerra. Ela chama todas as irmãs à intercessão e também envolve toda a comunidade no gesto penitencial de impor as cinzas em sua cabeça e na das irmãs [32]. A paz exige a conversão de cada um, e a oração é a restituição por parte delas do que recebem da cidade.

Estes episódios não são meras anedotas devocionais. Eles nos mostram uma mulher que experimenta a harmonia como uma ação concreta: na reconciliação dentro de uma família; na reconstrução dos laços quebrados; no ataque dos Sarracenos como confiança que transforma a violência; no cerco de Vitale, a conversão e a oração como armas desarmadas e desarmantes. Clara é uma geradora de paz, como nos lembra também a Bula de Canonização:

«foi vaso da humildade, armário da castidade, ardor da caridade, doçura da bondade, força da paciência, vínculo de paz e comunhão de familiaridade. Mansa de palavra, doce nas atitudes, em tudo amável e bem-aceita»[33].

Irmã Clara é efervescência de concórdia do pequeno lugar que ela escolheu nas encostas do Monte Subasio. Não é um isolamento ou uma fuga, mas um lugar do qual irradia-se uma força de pacificação que alcança o mundo.

Clara, profecia de paz para o nosso tempo

Queridas Irmãs, Clara é uma mulher rica de uma paz que se alastra abraçando
horizontes cada vez mais amplos:

⬪  Paz interior: a confiança em Deus Pai que liberta da ansiedade e do medo.

⬪  Paz fraterna: a custódia diária da unidade santa através da caridade, do perdão e da reconciliação.

⬪  Paz eclesial: a reparação da Igreja como uma vocação carismática vivida na oração.

⬪  Paz universal: implorada pelo mundo e testemunho profético de uma possível alternativa.

Clara também nos ensina que uma vida pacífica não é improvisada nem é imposta. Ela surge de uma escolha radical: a da «santíssima pobreza»[34], que liberta o coração de toda apropriação e possessão. Onde não há nada a defender, a acumular, a controlar, ali pode florescer uma compreensão profunda. Num tempo de polarizações extremas, vós, queridas irmãs, sois chamadas a testemunhar que outro caminho é possível, o da unidade na diversidade, do perdão que reconcilia, da oração que transforma.

Vivei-o, peço-vos, com gestos reais e concretos de perdão entre vós irmãs, nas comunidades e também entre Mosteiros e Federações.

Confio-vos estas reflexões com as próprias palavras de Clara, que continua a invocar sobre vós e sobre o mundo a bênção do Senhor, que ela fez sua:

«O Senhor vos abençoe e vos guarde. Mostre-vos o seu rosto e tenha misericórdia de vós. Volte a sua face para vós e vos dê a paz, minhas irmãs e filhas, e a todas as outras que vierem e permanecerem nesta nossa comunidade, e a todas as outras, tanto presentes quanto futuras, que perseverarem até o fim nos outros mosteiros das senhoras pobres… O Senhor esteja sempre convosco e oxalá estejais vós também sempre com Ele. Amém»[35].

Que esta bênção de paz acompanhe o vosso caminho e, através de vós, chegue ao mundo inteiro que o Pai ama e quer salvar.

Com a Bênção Seráfica, saúdo-vos com o afeto de um irmão.

Frei Massimo Fusarelli, OFM
Ministro Geral da Ordem dos Frades Menores


[1] Testamento de S. Clara (=TestC), 37.

[2] Regra de S. Clara (=RSC), VI,7-9.

[3] TestC 37-39.

[4]  PAPA FRANCISCO, Constituição Apostólica Vultum Dei Quaerere: Sobre a Vida Contemplativa Feminina, 29 de junho de 2016 (=VDQ), n. 23.

[5] Testamento de S. Francisco (=Test), 23.

[6] Processo de Canonização de Santa Clara de Assis (= PC), 13 testemunha, n. 3. 7  Mc 7, 21.

[7] Regra não Bulada (=RnB), XXIII, 5.

[8] Legenda de S. Clara (=LSC), 10.

[9] VDQ, n.16.

[10]  PAPA FRANCISCO, Exortação Apostólica Evangelii Gaudium, 24 de novembro de 2016, n. 281.

[11]  S. Clara, Quarta Carta a Santa Inês de Praga (= 4In), 18-23.

[12]  S. Clara, Terceira Carta a Santa Inês de Praga (= 3In), 13.

[13] RSC X, 6-7.

[14] RSC IV, 22.

[15] TestC 59-60.

[16] PC 11a testemunha, n. 3.

[17] PC 3a testemunha, n. 20.

[18]  Encontramos aqui um eco de Is 49,15-16; Is 66,13 e do Salmo 131.

[19] RnB XIV, 4.

[20]  Frei Tomás de Celano, Primeira Vida de São Francisco  [Vita Prima], XXIX, 83.

[21] Bula de Canonização de Santa Clara (=BC), 42.

[22] PC 3a testemunha, n. 6.

[23] PC 11a testemunha, n. 5. 25  LSC 35.

[24] PC 11a testemunha, n. 5.

[25] Cf. LSC 35.

[26]  Frei Tomás de Celano, Memorial no anseio da alma [Segunda Vida de São Francisco],166. 29  PC 3a testemunha, 9.

[27] Cf. Ef 2,14.

[28] «Audite, poverelle» (1225) [Palavras de Exortação: «Ouvi, pobrezinhas» (= PE)] 2. 32  Mt 18,35.

[29] PE 5.

[30] PC 16a testemunha, n. 4.

[31] PC 9a testemunha, n. 2.

[32] PC 3a testemunha, n.19.

[33] BC 42.

[34] Cf. RSC VI, 6; TestC, 34.39. 42. 51; 1In (= Primeira Carta a Santa Inês de Praga) 6; 2In (= Segunda Carta a Santa Inês de Praga) 7.

[35] Bênção de Santa Clara, 2-5. 16.

Let's Chat!